Foi tão agradável vê-lo feliz e de bom humorc (!) por ter passado a noite com a Cuddy (hot!) e eu acreditei que aquilo tudo tinha acontecido, mas quando aparece a Amber a cantar no bar... CREEPY!! O Hugh Laurie fez um excelente trabalho, o medo a escurecer-lhe os olhos quando se apercebeu que aquilo tudo era uma alucinação...
Não sei se aguento até Setembro para saber o que lhe vai acontecer! Argh!
Alguém ainda vê o ER? Eu vejo (ok, mais as temporadas antigas mas pronto...).
Parece que esta temporada é mesmo a última (15ª!) e guess who's back? Este senhor foi o meu primeiro TV crush! Chorei que nem uma perdida quando ele saiu da série!
A modos que não havia muito mais que fazer ontem à tarde e pusemo-nos a ver a nova temporada do L Word.
Algumas personagens mudam de personalidade a cada temporada, aquilo já teve melhores argumentos, mas vê-se.
Pontos de reflexão:
- A Bette é muita boa. - A Jenny é tão mesquinha que nem sei como ainda tem amigas. - A Kit é uma porreiraça e devia aparecer mais. E já agora cantar. - A Tasha quando se ri fica muito mais gira. E tem uma cor de pele linda. - Cada vez que a Bette aparece, só me vêm pensamentos lascivos à mente. - O que é que aconteceu com os filhos da Helena? Foram rifados? - O Max agora é gay? Tou confusa. - A Angelica é tão fofinha que dá vontade de trincar. (E a mãezinha dela também). - A Niki é tão artificial. Yuck. E a Shane é repulsiva. Credo, não se come as gajas das/dos amigas/amigos! É a pior traição que pode haver. - A Bette... Ok, já não digo mais nada.
Oh, meu Deus, acho que vou morrer engasgada!! Eu A-D-O-R-O comédias inglesas e estão a repetir uma das minhas preferidas: French & Saunders. Vejam só esta imitação dos ABBA:
Perfeito!! Eu gosto dos ABBA. Pronto, assumi. Mas os vídeos eram tããão maus! Ahah
"C'est la vie, c'est la vie, c'est bad for you, c'est bad for me..."
Edie:"I mean, I feel like maybe you're into me, but you're just confused, right? Because I could be into you if I knew you were into me, you know? So, I'll need you to say it."
Claire:"I can't say it. Okay, look, this is what I know. It's like, you really inspire me; I wanna be with you all the time. I feel like you're this really special person who makes me feel like I am more special. Okay, that sounded really stupid."
Edie:"No it didn't."
*Suspiro* Hoje estou especialmente mete-nojo. Deve ser TPM.
Disseram-me que a RTP estava a repetir a segundatemporada do “The L Word”. Houve quem ficasse muitofeliz.
“Ai, olha vou sairque vai começar o “L Word”, despacha-me elavia MSN. “Tas farta de verisso…”, queixo-me, a fazer beicinho. “Ah, mashoje é aqueleemque a Tina e a Bette vão prá cama!”.
Ok, aquelas duas têm realmente uma química interessante, masporra! Já deu paraperceberquenão sou grandefã da série, não é? Querdizer, é obvio que acho o máximo a sérieexistir, nunca é demaisver miúdas giraças em acção! Mas acho o argumentoumbocado simplista.
Quandoela está a ver, vejo também, maisnão seja parapoderalegrar a vistacadavezque a Jennifer Beals aparece! Raio da mulher, é mesmogira. Adoro a Bette. Fiquei comódioquandoela traiu a Tinacom a carpinteira. Só volto a ver, se elas ficarem juntas, humpf! Aquela cena do primeiroepisódio é a coisamaishotqueeujá vi na TV. Só de pensar, ai ai…
A letra L é a maisprovocante do alfabeto. Lesbian, love, longing, lust…
O season finale da 9ª temporada de ER foi um daqueles momentos de televisãoquetocaqualquerpessoapelocomoventeretratoque fez da violentaguerracivil no Congo.
Paraquemnão viu, umbreveresumo: ainda a recuperar-se da morte da avó e confuso sobre a suarelaçãocom Abby (Maura Tierney), Carter (Noah Wyle) decide partirpara África e juntar-se a Kovac (Goran Visnjic), que está a fazervoluntariado no Congo. Quandochega a Kisangani, tem à suaesperacentenas de pacientesmoribundos e condições de trabalhobemdistantes daquelas que a que está habituado em Chicago.
Os olhos de Carter olhavam comespanto e tristezaparatudo o que se desenrolava à suavolta: crianças a morrerem compoliomielite, SIDA, malária. Eraevidente a suafrustraçãoquando viu queummenino ia morrer de tosse convulsa, quandoumremédio de 10 dólares poderia salvar-lhe a vida... O Noah Wyle é um actor fabuloso. Via-se nosolhos de Carter a tristeza e a impotênciaque sentia, a compaixão e o carinhocomque tratava daquelas pessoas…
O quemaisgostoem ER são as cenas de trauma (gosto de House, mas sinto falta do tumulto das urgências…). As macas a entrarem hospitaladentro, a confusão de médicos e enfermeiros a gritarem, muitosangue, o chiar irritante dos monitores… Mas poucas vezes uma cename impressionou tantocomo a cena de amputação deste episódio. Numa tendamal iluminada, Luka e Carter tentavam serrar (issomesmo, comumserrote…), o que sobrava da perna de uma miúdaquetinha pisado uma minaenquanto os guerrilheiros invadiam e disparavam portodos os lados…
Gostei muito da conversaentre Luka e Carter sobre a guerra. O croata argumentava que os americanosnão sabem o que é a guerraporque as travam sempreemterritórioinimigo. Carter lembrou os soldadosque morreram no Iraque. E Kovac rematou: “Yeah, but your children don’t starve to death and your women aren’t raped…”.
Se eu fosse aquidissertarsobre a guerra do Iraque não saía daqui hoje, mas acho muitocorajoso uma série de umcanalmainstreamcomo a NBC afirmar de formatão vincada a suaoposição ao conflito no Iraque.
Já deu pararepararqueeu adoro esta série? O meusonhoerasermédica e fazer uma daquelas toracotomias de emergência! Felizmente, tive o bomsenso de perceberque as ciênciasnão eram o meuforte. O meupai ficou desiludido, mas acho que os meuspossíveispacientes agradecem!
Na verdade, acho que foi a ver ER queeume apercebi quenãome conseguia decidirentrehomens e mulheres:P Quemnão se lembra do Dr. Ross, o pediatramais sexy da TV (George Clooney)? E emboraeu tivesse um fraquinho pelo Carter, sempre achei a Dra Susan Lewis (Sherry Stringfield) e a enfermeira Carol (Julianna Margulies) doispedaços de maucaminho…